Sou aluna do curso de Biblioteconomia, na Universidade Federal da Bahia. Fazendo um trabalho da disciplina ICI014- Introdução à Biblioteconomia, pude fazer algumas reflexões...
A Biblioteconomia é essencialmente social. Uma profissão de mediação e contato, que deve pensar sempre no próximo. O Bibliotecário por sua vez deve ser um agente de mudanças, auxiliar na formação do conhecimento e facilitador ao acesso à informação. Trabalhamos com o bem mais precioso do momento: A INFORMAÇÃO, no entanto, se não é bem usada torna-se "perigosa". O nascimento da escrita, da imprensa e a própria Revolução Industrial ( que demarcou a chamada revolução tecnológica ) foram sem dúvida ampliadoras da informação. Com a globalização veio os computadores, os celulares , enfim, o desenvolvimento da microeletrônica e da telecomunicação. E eu com isso? Devido a esse crescimento da produção científica não podemos continuar sendo simples arrumadores e catalogadores, é preciso especialização em campos específicos do conhecimento. A Biblioteca existe apenas por causa do Homem que necessita de conhecimento e, esta é uma verdade que nunca deixará de existir mesmo com os avanços da tecnologia,por isso, precisamos estar atentos e abertos aos benefícios que ela nos traz, sermos criativos e perspicazes e trabalhar pensando no futuro. É inegável a importância da informção para o desenvolvimento da sociedade, contudo para não perder seu espaço nesta nova era, o bibliotecário precisa criar um novo conceito de Biblioteca através da inovação e da atitude proviniente dela. Vivemos em um mundo que jaz na individualidade, no egoísmo, no desinteresse pelo outro. E você com isso? Assim como uma doença, esses males poderão ser sarados se fizermos alguma coisa para reverter este quadro. Nossa missão é informar, disseminar, cuidar para que o outro esteja atento ao seus interesses e ao do próximo. Assim sendo, deixo-vos uma reflexão: (Almeida Junior O.F.,Sociedade e Biblioteconomia,1997) " Precisamos de uma Biblioteconomia subversiva, guerrilheira, que alimente a população de informações, que inverta as prioridades hoje existentes, que permita ao povo reconhecer-se como cidadão..."
By Bruna Lessa